Mariana Suter

 

Profissional das Letras e da Lin­guagem, a autora entende que a convergência de ideias e a resolu­ção de conflitos acontecem quando estamos dispostos a escutar antes de falar, pois palavras são tijolos e juntas podem erguer uma parede ou construir pontes.

Sua poesia nasce como forma de desafogo, e na medida em que seu texto foi ganhando corpo entendeu que ali viraria espelho, promovendo o encontro.

Poeta, loira ginger, carangueja com aguadeiro em ascendência e lua com frondosa juba, “tough cookie”: alguém lhe disse um dia, feminista com sede de gente e fome de mun­do. Paulistana com raízes interiora­nas, brasileira com um coração sem fronteiras, espírito em cena.

“A minha força é doce, por mais que isso te confunda.”

 
 
Anterior
Anterior

Laurinda Severino

Próximo
Próximo

Pedro Meireles